25/09/2019 às 14h25min - Atualizada em 25/09/2019 às 14h25min

Suspeito de estuprar crianças em igreja pretendia fugir

Foto: Reprodução Facebook


Está preso desde sexta-feira (20), o professor de religião, Marcos Bueno Ribeiro, de 41, suspeito de estuprar nove alunas, com idade entre 8 e 11 anos, em uma igreja evangélica de Amparo. A prisão ocorreu depois que a Polícia recebeu a informação de que Marcos pretendia fugir para a cidade de Santos, litoral de São Paulo, ou para o estado do Mato Grosso do Sul, informação não confirmada pelo acusado. “Ele foi preso na casa dele e está na cadeia de Serra Negra. A prisão, inicialmente, é em medida temporária, mas se for necessário podemos pedir mais 30 dias, podendo ainda ser pedida a prisão preventiva”, disse o delegado titular de Amparo, Fernando Ramon Petrucelli Moralez.

Responsável pelo caso, o delegado disse ainda, que até o momento, três famílias procuraram a Delegacia e formalizaram a denúncia. O pastor responsável pela igreja também já foi ouvido. Para relatar os inquéritos dos três primeiros casos, o delegado disse que tem de esperar laudos das meninas, requisitados à perícia. "Vamos fazer o laudo para verificar mesmo se não houve penetração ou outros detalhes, e aí finalizar os inquéritos".

O Caso

De acordo com o delegado, o professor de religião confessou ao pastor que estava praticando os estupros. Com base no que ouviu, o pastor levou o caso aos familiares, que então foram à Delegacia. Marcos teria praticado os estupros na própria igreja e em eventos religiosos, como retiro de carnaval, quando as crianças passavam a noite sob a responsabilidade dele.

Ainda segundo o delegado, Marcos disse em seu depoimento, que não houve junção carnal, mas que havia carícias nas partes íntimas das crianças, todas meninas. “Ele era acima de qualquer suspeita. Um homem casado desde 2003, professor de religião, pai de dois adolescentes e que estava desde 2002 dando aula de religião nessa igreja. Então, é importante que outros pais, se tiverem relatos de seus filhos, que nos procurem”, finalizou.

O JBR não conseguiu contato com a defesa do acusado. O espaço está aberto.
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