15/10/2015 às 23h06min - Atualizada em 15/10/2015 às 23h06min

Operações Especiais

Foto: Divulgação

Já está em diversas salas de cinema  o filme “Operações Especiais”  com direção de Tomás Portella, o longa conta com um elenco de grandes estrelas como, Cléo Pires, Marcos Caruso, Fabricio Boliveira, Thiago Martins, Fabíula Nascimento e Antonio Tabet e grande elenco.

O filme conta a historia de um grupo de policiais 100% honestos é enviado a uma cidade do interior do Rio de Janeiro que está sofrendo com o aumento da criminalidade após a criação das UPPs. O governo convoca Paulo Froés (Marcos Caruso), delegado com a ficha mais limpa da corporação, e reúne uma equipe especial para a campanha. Entre os agentes selecionados está Francis (Cléo Pires), uma investigadora novata que precisa provar que tem valor. Em pouco tempo eles resolvem o problema e são aclamados pela opinião pública. Mas a “lua de mel” dura pouco. A aplicação do rigor da lei começa a incomodar a todos. A situação se torna insustentável e o governo se vê forçado a intervir novamente. Mas nem tudo voltará a ser como era antes.

Confira agora uma bate papo rápido com Cléo Pires e Marcos Caruso:

JBR: Como foi a trajetória de Francis até ela se tornar uma policial incorruptível?

Cléo Pires: A Francis, inicialmente, é uma patricinha no subúrbio. Muito mimada. Sempre usou a beleza para conseguir o que queria. Uma vida morna. Mas ela toma um pé na bunda, e isso faz com que ela vá para Polícia Civil. Só que ela vai para corporação somente para esfregar o distintivo na cara do ex-namorado. Ela era só uma burocrata. No entanto, a missão em São Judas do Livramento muda completamente a sua vida. Ela sofre muito bullying e fica com orgulho ferido. Só que ela começa a perceber que ela tem futuro na profissão. E isso faz a transição para que ela, finalmente, se torne uma mulher.

JBR: Qual foi o principal desafio que “Operações Especiais" trouxe  para você?

Marcos Caruso: Sou uma pessoa completamente contra armas. Ter que  conviver com essa arma na cintura não me deixa confortável. E em cena, eu  estou rodeado de pessoas com armas. É o primeiro personagem  que eu faço que  eu tenho que conviver com esse vigor, com essa força,com essa  agressividade.  É um desafio gostoso. Eu tenho uma doçura, que se contrapõe a  essa quantidade  de armas. E as cenas em que esse  paradoxo está  presente são as  mais  interessantes para mim.

JBR: Como foi ser dirigido por Tomás Portella?

Marcos Caruso: Nunca tinha trabalhado com o Tomás. Eu conhecia a carreira dele. Ele me empolgou pela maneira como ele me convidou e como ele via o filme. Ele dá total liberdade para o ator inventar o personagem e vê o ator como criador. Na interpretação do ator, existe um movimento autoral. E, acima de tudo, ele é um apaixonado pelo que faz.

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