13/06/2018 às 13h19min - Atualizada em 13/06/2018 às 13h19min

Prefeitura não se manifesta sobre custos da “Fábrica de Cultura”

Foto: JBR


O Jornal de Bragança e Região encaminhou para a Prefeitura de Extrema (MG), algumas perguntas sobre a construção da “Fábrica de Cultura”.

Ao todo, foram sete perguntas sobre o início, término e custos da obra.

O primeiro e-mail encaminhado para a Secretaria de Comunicação foi no dia 29 de maio, mas as respostas não foram encaminhadas ao JBR, que no dia 7 de junho, enviou novamente o e-mail, com as mesmas perguntas. O departamento de Comunicação respondeu ao e-mail, dizendo que checaria as informações, mas as respostas, novamente, não foram enviadas até a data estipulada pelo JBR, 11 de junho, e nem até o fechamento dessa edição.

Em uma entrevista, no início de 2016, para o Jornal Gazeta da Cidade, o então vice-prefeito, e hoje, chefe do Executivo, João Batista (PSDB), informou que o valor para construção da Fábrica de Cultura era de, aproximadamente, R$ 8 milhões. Ainda de acordo com a entrevista, João Batista garantiu que as obras terminariam entre o fim de 2016 e início de 2017.

Valores

Duas placas fixadas na obra indicam os valores recebidos pelas empresas e o prazo para término das obras.

Uma das obras está sob a responsabilidade da empresa ZALA ENGENHARIA LTDA., que receberá pouco mais de R$ 611 mil pelo fornecimento de materiais e mão de obra para a execução de esquadrias em vidro e caixilho. A obra foi iniciada em 13 de dezembro do ano passado, com previsão de término em 90 dias, ou seja, 13 de março. Um atraso de pelo menos três meses.

Outra obra está sendo executada pela METÁLICA CONSTRUTORA LTDA., responsável pelo acabamento e instalações em geral. O prazo para a conclusão das obras é 2 de novembro. Pelos serviços, a construtora receberá pouco mais de R$ 1.368 milhão. Juntas, as duas obras na ”Fábrica de Cultura”, chegam a quase R$ 2 milhões.

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