19/06/2015 às 13h56min - Atualizada em 19/06/2015 às 13h56min

Cortes de árvores em Atibaia gera polêmica

Árvores que, segundo internautas, são marcadas para sofrerem corte (Foto: Facebook)


O corte de árvores em áreas públicas e particulares de Atibaia vem causando polêmica na cidade e sendo bastante comentado nas redes sociais, como facebook, onde os internautas denunciam e criticam. Uma moradora fez uma postagem dizendo que São mais de 30 árvores a serem cortadas. “Isso mesmo, você não leu errado não, mais de 30 árvores completamente saudáveis condenadas ao extermínio!! Todas ocupam uma quadra inteira aqui no Loanda, no entorno do Condomínio Ikebana, que ainda não está pronto”, postou a moradora.

O assuntou ganhou tanta repercussão que foi abordado pelo vereador  Prof Rodrigo Parras, na sessão do último de 8 de junho. Ele protocolou requerimento, assinado em conjunto com os vereadores Josué Luiz Oliveira (Dedel) e Dr. Ubiratan Fernandes de Oliveira, solicitando informações sobre os critérios utilizados para a retirada de árvores em Atibaia, os critérios também para a retirada das cerca de 30 árvores das calçadas do entorno do Condomínio Ikebana e quais as ações de compensação ambiental serão  realizadas. ““Quero ter em mãos os documentos que comprovem a necessidade desses cortes. Existe laudo técnico indicando que é preciso suprimir as árvores? Qual o motivo?”, questionou Parras.

Até quarta-feira,17, o vereador ainda não havia recebido as respostas, mas de acordo com a assessoria de Parras, a prefeitura tem até 15 dias para lhe responder.

O Jornal de Bragança e Região entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Atibaia, por telefone e, conforme orientação, enviou a solicitação e as perguntas por e-mail ao secretário de Meio Ambiente, Jorge Glória, para ouvi-lo sobre os cortes das árvores. Mas até o fechamento dessa edição, não houve retorno. A Assessora dele, Sra. Raquel, chegou a falar com a produção do Jornal, mas também não enviou as respostas.

Em seu perfil no facebook, o prefeito Saulo Pedroso declarou. “A grande maioria das ações feitas é de poda e não corte e as solicitações partem do próprio munícipe junto ao Setor de Protocolo da Prefeitura. Em hipótese alguma realizamos qualquer tipo de ação sem que a mesma seja de fato necessária”, declarou.

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