Moradores pedem implantação de radar no Km 104 da Rodovia Capitão Bardoíno

Duplicação da Rodovia já foi promessa de campanha de muitos políticos

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Foto: Pedro Henrique/Mais Bragança

Um acidente ocorrido no sábado (4), envolvendo cinco carros, causando uma morte e deixando vários feridos, trouxe à tona uma antiga reivindicação de motoristas e também de moradores que vivem às margens da Rodovia Capitão Bardoíno: a duplicação! Vários pontos da rodovia exigem atenção e cuidado redobrados dos motoristas e, um deles, é exatamente o Km 104, onde aconteceu o acidente no sábado (4).  Moradores dos bairros Araras dos Pereiras e dos Mori, relatam que no trecho ocorrem acidentes com frequência, já que se trata de uma descida (sentido Bragança/Socorro), onde não tem radar e a única lombada existente fica no final do trecho, já na parte reta.
Enquanto a promessa de duplicação da rodovia, feita por muitos políticos, não sai do papel, os moradores reivindicam a implantação de radar no trecho, como disse um morador que, inclusive, enviou ao JBR fotos de outro acidente. “Sempre tem acidentes nesse trecho, e nós precisamos da atenção do órgão responsável, pois aqui tem escola e posto de saúde, ou seja, as pessoas cruzam esse trecho. Acreditamos que o radar irá reduzir o número de acidentes aqui”. 

O que diz o DER O Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pela Rodovia disse ao Jornal de Bragança e Região que lamenta o acidente registrado no último sábado (4). Disse ainda que “A implantação de novos dispositivos de fiscalização eletrônica é realizada com base em critérios técnicos, que consideram fatores como o histórico de sinistros, as características da via e estudos de engenharia de tráfego. “Na região, há pontos em análise que poderão resultar na implantação de novos radares, conforme esses critérios”, falou.
Sobre o trecho onde aconteceu o acidente no sábado (4), o órgão afirmou. “Em relação ao km 104, vale destacar que os registros do DER-SP indicam redução de 33,3% no número de sinistros entre os períodos de janeiro a junho de 2025 e de 2026, passando de três para duas ocorrências no trecho.